sábado, 28 de outubro de 2017
Cair no esquecimento
Quando andava num cemitério, calhei de passar pela zona das campas de crianças. Parei um pouco e tiver a observar. E além do aperto no coração que senti por ver ali crianças que morreram com dias, meses ou poucos anos de vida, houve uma coisa que me abalou... O abandono. Numas 15 a 20 campas, só duas tinham flores e aspecto de serem visitadas como o mínimo de regularidade. E sem querer julgar ninguém, até porque, felizmente, não faço ideia do que é passar por uma tragédia dessas, fiquei a pensar. Será que as pessoas conseguem andar com a vida delas para a frente e esquecer uma criança que perderam? Será que a correria do dia a dia não lhes permite mais visitas? Será que não esquecem mas afastam-se dali para se preservarem? Será que simplesmente não dão valor aos cemitérios e ao seu significado? Que preferem valorizar a parte espiritual? Prefiro acreditar nas últimas hipóteses, mas não deixa de ser triste ver aquelas campas pequeninas tão cinzentas e abandonadas.
segunda-feira, 23 de outubro de 2017
Acasos Felizes
Mais um livro adorável de Jill Mansell. Uma mulher que tem que escolher entre a sua nova paixão e os próprios filhos que odeiam o seu interesse amoroso. Um homem que à primeira vista é absolutamente de sonho, mas com quem falta química. Um encontro peculiar que acaba por unir quatro pessoas improváveis. Personagens com conteúdo, reviravoltas inesperadas e paixões avassaladoras. Confesso que estou fã da escrita leve e envolvente da autora, e sempre que acabo de ler um livro dela tenho vontade de ir pesquisar outros e comprar. Mas é preciso contenção.
sábado, 21 de outubro de 2017
quinta-feira, 19 de outubro de 2017
Há gente com uma grande lata...
O descaramento de algumas pessoas é inacreditável! Achar que têm o direito de serem convidados para o casamento de familiares afastados, com que não têm quase contacto quando também não os convidaram para o casamento é surreal. E ainda descem ao nível de ir para o Facebook mandar bocas. É que nem sabemos se os mandamos dar uma curva ou se nos rimos, mas optamos por interpretar como uma piada. É que tamanha parvoíce só pode ser brincadeira.
terça-feira, 17 de outubro de 2017
Está feito
Tanto tempo a preparar, e o dia foi um voar! Mas foi perfeito!! Nada correu mal. Tantos cenários trágicos que me passaram pela cabeça, e me consumiram os nervos e felizmente nada aconteceu. Foi tudo como idealizamos e algumas coisas ainda melhor. Ficaram a faltar algumas pessoas por motivos de saúde, mas tirando isso foi o dia com que sonhava. Agora vem a melhor parte!
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