segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
Às vezes desistir é a atitude mais corajosa
Só queria que algumas pessoas percebessem isto definitivamente. Lutar sempre... até ao dia em que se percebe que não vale mesmo a pena. Aí passa a ser burrice e falta de autoestima.
sábado, 28 de janeiro de 2017
Um murro no estômago
Passei mais de metade do filme com um nó na garganta, com as lágrimas nos olhos ou então a chorar baba e ranho... literalmente. Realmente há situações na vida impossíveis de uma pessoa ultrapassar e seguir com a vida em frente. Claro que depende de pessoa para pessoa, mas há culpas difíceis de perdoar, principalmente a nós próprios. E quando não se consegue viver, há que sobreviver nem que seja de forma arrastada e emocionalmente anestesiada.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
Nunca mais é amanhã
Às vezes basta uma coisinha de nada para nos estragar o dia por completo. É que depois não há nada que me faça mudar de humor. Tudo parece desagradável e sinto-me depressiva. Hoje foi um desses dias. O que vale amanhã isto passa.
terça-feira, 24 de janeiro de 2017
Ai Pinterest... Larga-me
Perco-me no Pinterest. Começo por ir lá para procurar uma coisa específica e acabo ficar horas.Não resisto a ver milhentas coisas. É decoração, é maquilhagem, é roupa, é comida, é quizzes sobre filmes ou séries, é curiosidades de tudo e mais alguma coisa,.... Enfim... Um mundo infinito de coisas que me deixam colada. Tenho de evitar lá ir, é a única maneira!
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
Uma questão de pêlo
Sempre tive cabelo e pêlo muito forte. Quando era mais nova não arranjava as sobrancelhas e agora quando vejo fotografias dessa época dá-me sempre vontade de revirar os olhos. Como uma coisa tão simples altera tanto a nossa fisionomia e dá um ar muito mais arranjado e composto. Agora sempre que vejo mulheres que nunca arranjaram as sobrancelhas apetece-me dizer-lhes algo discretamente e não tenho coragem. Mas gostava que alguém me tivesse dito mais cedo.
domingo, 15 de janeiro de 2017
Como cão e gato
Podia ficar horas a ver vídeos de cães e gatos. E se o nível de fofura for elevado, é possível até que fique com as lágrimas nos olhos. Sou esse tipo de lamechas. Mostrem-me animais e eu derreto-me. Aliás, nos filmes posso comover-me ou não com a morte de um personagem, depende do estado de espírito ou da cena em si. Mas é certinho que vou chorar baba e ranho se magoarem ou matarem um animal. Há filmes que nem consigo ver porque sei que vai ter um momento desses. E sim, sou daqueles que trato os meus animais como família. A minha irmã de quatro patas é a minha perdição.
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