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segunda-feira, 30 de outubro de 2017


As coisas que às vezes vejo no ginásio são de bradar aos céus. As pessoas deviam ter um pouco de bom senso e olharem para o espelho antes de saírem de casa. Nem oito nem oitenta, não precisam ir todas produzidas para o ginásio, mas também não há necessidade de ir todas maltrapilhas. E se sentem desconforto com o que estão a usar, se sentem necessidade de estar sempre a tapar a barriga, a puxar a camisola ou os calções para baixo, então não usem essas coisas. Se sentem desconforto é porque no fundo sabem que não estão bem.
E senhores que usam calções a ver-se as nádegas....Ai Jesus... É que podiam ser uns modelos gostosões e continuavam a parecer ridículos!



sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Dilema impossível

Se fosse obrigada a escolher entre perder todas as memórias passadas ou nunca ser capaz de fazer novas não saberia o que decidir... Sou a pessoa que sou, resultado de tudo o que vivi. E perder isso ia, principalmente, mudar-me completamente. Mas a impossibilidade de criar novas memórias é também aterradora. É daquelas situações que não sei mesmo o que é menos mau. Ainda bem que é tudo teórico e não tenho mesmo de escolher.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Marido e Marida?

Depois de mais de uma década a chamar namorado, não deixa de ser estranho começar a trata-lo de outra forma. Agora chamo-lhe noivo mas apenas em privado e por brincadeira, porque acho um pouco piroso fazê-lo em público. No entanto, mal posso esperar para poder dizer "o meu marido". De certeza que vai ser esquisito no início, mas eu habituo-me bem às mudanças boas. Só acho que devia existir outra palavra para identificar a parte feminina, que não esposa ou mulher. "Esposa" é demasiado formal, e "mulher" não tem o poder e a carga emocional que a palavra "marido" tem. Inventam-se tantas palavras e termos desnecessários, e ainda nenhuma cabecinha pensadora se lembrou disto?

sexta-feira, 21 de julho de 2017



Se tivéssemos de escolher entre sermos um génio triste ou uma pessoa simples mas feliz, eu escolhia a segunda opção num abrir e fechar de olhos. Considero-me minimamente inteligente, mas dou muito mais importância à felicidade. Um meio termo é o que eu pretendo atingir.